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A dramaturgia contemporânea não se envergonha em anunciar a morte da personagem. Bem pelo contrário, faz do seu enterro um mote para novas encenações. Tanto melhor. Não estamos preocupados em resgatar uma suposta essência do teatro que teria sido soterrada pelas práticas teatrais da atualidade. Tampouco é o caso de defendê-las, de tomar partido ao lado delas, afirmando seu caráter vanguardista diante de um fazer teatral supostamente engessado por um excesso de zelo em relação aos modelos estéticos herdados, valorizados e veiculados pelos palcos ocidentais. Não, o esforço do trabalho não redundará numa resposta a favor ou contra os diferentes partidos que se opõe na cena teatral, mas no desdobrar da problemática que gira em torno da morte da personagem.
A Symbolic Immortality Scale (SIS) e a Revised Death Anxiety Scale (RDAS) foram administradas, individualmente, a 2 grupos de sujeitos do sexo masculino de nacionalidade portuguesa (n=100), com diagnóstico de esquizofrenia (amostra clínica) e sem perturbação psiquiátrica conhecida (amostra não clínica). A Imortalidade Simbólica e a Ansiedade Perante a Morte foram estudadas em ambas as amostras, assim como a sua relação com a idade, religiosidade/espiritualidade, prática de uma religião e institucionalização (esta apenas para a amostra de esquizofrénicos). Pelos resultados encontrados constatam-se diferenças significativas entre ambas as amostras relativamente ao desejo de imortalidade simbólica global e modos religioso, natural e biológico, em que a amostra clínica apresenta médias superiores. Observaram-se diferenças estatisticamente ...
Ao encontro da relevância que a matriz judaico-cristã sempre concedeu ao fenómeno decisivo da morte, o cinema, desde os seus primórdios, sempre construiu narrativas onde aquela realidade está presente. Umas vezes como interrogação/perplexidade, outras exibindo a violência indutora de morte como espectáculo. Um veículo mais específico de morte no cinema é-nos trazido pelo género guerra. Neste quadro, inúmeros realizadores propuseram filmes que revelam a insensatez da guerra como veículo de destruição e de morte. Com Solaris, de Tarkovski, e O Quarto do Filho, de Moretti, pretende-se propor e analisar duas obras cinematográficas que, de forma muito diversa, colocam uma reflexão filosófica, no primeiro caso, e existencial, no segundo, sobre a presença da morte no mundo dos vivos.
O presente estudo propõe-se verificar a influência das Atitudes e da Ansiedade Face à Morte na Imortalidade Simbólica em estudantes universitários. Procura igualmente perceber quais as relações entre as diferentes variáveis. Com este propósito, foram aplicadas as versões portuguesas do Death Attitude Profile Revised (DAP-R; Wong, Reker, & Gesser, 1994), da Death Anxiety Scale (DAS; Templer, 1970) e da The Sense of Symbolic Immortality Scale (SSIS; Drolet, 1990), juntamente com um Questionário de dados sociodemográficos. Participaram no estudo 310 estudantes universitários de 1º e 2º ciclo, com idades compreendidas entre os 18 e os 56 anos. Os resultados mostram que os estudantes obtêm valores superiores de aceitação neutra e inferiores de aceitação de escape. Relativamente à idade os indivíduos mais velhos apresentam valores superiores...
A morte e a consciência de morte são limites fundamentais da existência do indivíduo. Pode ser profundamente perturbador enfrentar a inevitabilidade da nossa própria morte e até mesmo da morte dos que nos rodeiam, gerando o que os autores apelidam de ansiedade perante a morte (Santos, 2001; Lifton, 1979). No entanto, ao mesmo tempo, é maravilhoso e reconfortante apercebermo-nos que há várias formas de podermos enfrentar e combater essa angústia. Referimo-nos aqui à imortalidade simbólica e aos seus modos biológico, criativo, natural, religioso/espiritual e transcendental (Lifton, 1979). O objectivo principal do nosso estudo foi explorar a relação/ligação entre estes dois conceitos e analisa-los em função de diferentes grupos de indivíduos (de acordo com a idade, sexo, estado civil, situação profissional, escolaridade, ter ou não ter fi...
O tópico “Saúde, complexidades e perplexidades” é uma óptima maneira de nos fazer pensar “sobre a morte e o morrer nas sociedades contemporâneas” sem facilidades e sem fingimentos. Bem hajam, pois, por esta oportunidade. O meu propósito neste trabalho é limitado: partilhar algumas interrogações em torno do desaparecimento da ordem social “hospitaleira”, ou seja, da invenção do moribundo anónimo. Antes quero deixar uma breve nota sobre a complexidade no horizonte da tensão inegável entre o decadente humanismo médico-assistencial e uma biomedicina “épica” e reificadora. Trata-se de aceitar o papel da incerteza e da incógnita no mundo da vida, no mundo das escolhas e dos valores: a medicina é, desde os gregos, uma prática de afrontamento e de redução do acaso (os gregos distinguiam, segundo o prognóstico, doenças do acaso e doenças da nec...
RESUMO A morte é uma característica essencial do homem; como todos os seres vivos também morre, mas é único que tem consciência da inevitabilidade da morte e de uma vida finita no tempo. Assim, a morte do homem não se limita a um derradeiro acontecimento, mas compreende toda a vida, condicionando-a - vida e morte identificam-se. O drama da morte, que advém do sentimento de perca e de separação eterna, agudiza-se na criança. A família e os profissionais de saúde têm maior dificuldade em aceitar e lidar com a morte no início da vida, o que se repercute no acompanhamento facilitado à criança em fase terminal. Fica um contributo para a humanização da fase terminal da vida, em particular da criança. O direito à vida cumpre-se, também, no direito a uma morte digna e humana, que mitigue o sofrimento e promova a qualidade de vida do doente. ...
A música de Marcos Portugal teve grande difusão internacional durante a vida do compositor. Não obstante, a sua obra continua acessível em manuscritos da época dispersos pelos mais variados arquivos. A presente dissertação contempla o estudo, transcrição e edição crítica da opera La morte di Semiramide, estreada no Teatro de São Carlos em 1801, contribuindo, desta forma, para a divulgação do compositor e, sobretudo, possibilitando a acessibilidade da obra a executantes e estudiosos. La
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