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A intensidade da luta pela busca da cura de muitas doenças e a sofisticação dos meios associados a essa luta levaram de algum modo a uma cultura de negação da morte e ao triunfalismo heróico sobre a mesma. A morte passou a ser encarada como derrota e frustação por muitos profissionais de saúde.
This work intends to demonstrate, through studies of two different world conceptions – mythic and rational – the characteristics of the Homeric belief around death and related themes, as the soul matter and life post mortem. To do so, it was necessary to observe how this belief worked in pre-Homeric times, by giving special attention to its reminiscences, as well as to the new elements found in Homeric epic poems. In addition, it is shown what paths the theme of death has taken in the post Homeric period, in Ancient Greece yet.
Important studies were carried out in the last years as for the necessity to think about forms of teaching to take care of the individual in the process of the death, but still insufficient in order to stimulate transformations in practice of taking care before the person in his finitude. The objective of this study was to reveal the existence of the death and the act of dying in educational practice of the nurse teacher with the academic of Nursing in the hospital field and to understand the meaning of the act of existing in humans for the nurse teacher and the forms of approach on death adopted by professors of Nursing in Institutions of Superior Teaching. Phenomenological study developed in three courses of Nursing located in Goiânia- GO. Twelve professors were interviewed in the period of October of 2006 to March of 2007. In posses...
A morte é um acontecimento universal, inevitável que está presente em qualquer fase do ciclo vital no nosso quotidiano. Assim, assiste-se a esta de um modo mais ou menos passivo, mas sem que tal constitua motivo de indiferença. Este acontecimento potencia, não raras vezes, reflexões profundas sobre a vida e sobre o seu culminar. Conhecer a forma como os enfermeiros vivenciam o processo de morrer e o contacto com a morte do idoso serviu de tema para este estudo. Com o objectivo de dar resposta às questões elaboradas, partiu-se para um estudo com a aplicação de uma entrevista semi-estruturada a uma amostra de enfermeiros. Da amostra fizeram parte dez enfermeiros, de ambos os sexos, cujo limite mínimo de idade foram os 25 anos e como limite máximo, idade igual ou superior a 45 anos, que para além de prestarem cuidados no âmbito hospitalar...
O presente artigo centra-se na temática das necessidades da família/cuidador face à comunicação da morte, dando relevância às competências/atitudes do enfermeiro nessa comunicação e como influenciam no superar da perda e a vivência do luto saudável. Objectivo: Através da realização deste trabalho, propomo-nos a identificar as necessidades sentidas pela família/cuidador face à notícia da morte e compreender de que forma a comunicação pode ser uma estratégia no superar da perda e na vivência de luto saudável. Metodologia: Para a sua elaboração, foi utilizada a metodologia PI[C]OD e seleccionados 6 artigos de investigação, de uma amostra inicial de 79, obtidos da base de dados Cinahl. Resultados: Foram inúmeras as necessidades identificadas pelas famílias/cuidador face à morte, destacando-se entre estas a necessidade de uma abordagem comu...
A presente dissertação aborda a postura do santiaguense perante o morto, perante o acto de morrer e perante as circunstâncias económicas e socio-antropológicas decorrentes da perda de um membro de uma família ou de uma comunidade. Para além da introdução da conclusão da metodologia e da questão que se prende com enquadramento histórico e temático (cap. II), debruçou-se sobre a distinção entre a morte natural e provocada. A preparação do cadáver, a armação da Eça, as práticas da "bizita", o choro, o cortejo fúnebre e o luto foram tratados no cap. III. No cap. IV, trata-se das refeições colectivasd e das dormas de solidariedade. No cap. V sobre as crendices ligadas à morte. No último cap. é referida a Igreja e tendências relativamente à morte.
Quando tratamos a morte, referimo-nos a um facto irrefutável: todos os seres vivos morrem, inclusive os seres humanos – morrem, porque são seres vivos e morrem, porque são sistemas irreversíveis. A morte faz, assim, parte do desenvolvimento humano, acompanhando-nos desde o nascimento até ao final da vida. Pela revisão da literatura, verificámos que existem estudos sobre a forma como as crianças elaboram o conceito de morte relacionando-o com múltiplas variáveis: sexo, idade, desenvolvimento cognitivo, religião, experiências prévias, discussão do constructo “morte” na família, mas não evidenciam as percepções das crianças sobre a morte e o morrer. O estudo decorreu durante os meses de Fevereiro/Março de 2009. Tem como objectivos identificar e descrever as percepções sobre a morte em crianças dos 8-11 anos. É um estudo exploratório e des...
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