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You search for morte and 20,950 records were found.

O envelhecimento em Portugal tem vindo a aumentar pela base da pirâmide etária, com a diminuição da população jovem e o crescimento da população idosa. Porem, este acentuado aumento conduz a um maior custo nos serviços de saúde, assim como, a um maior pensamento sobre a morte. Considerando que o envelhecimento faz parte do ciclo de vida humano, o medo que apresentam da morte não pode constituir uma impossibilidade para impedir viver de forma saudável, autónoma e independente, durante o ciclo de vida. Este trabalho, cujo tema é, “Representação Mental do Idoso acerca da Morte e do Envelhecimento”, tem como objectivos, conhecer a representação mental da morte na perspectiva do idoso; conhecer a percepção do idoso acerca do seu processo do envelhecimento; identificar os processos de envelhecimento individual nos diferentes domínios; e conh...
Este estudo incide sobre a compreensão da ansiedade perante a morte, em idosos aposentados a realizar trabalho de voluntariado. A amostra foi constituída por 60 sujeitos, com mais de 65 anos e já reformados, 30 dos quais a realizarem trabalho voluntário. Dos instrumentos utilizados fazem parte a escala de Ansiedade perante a morte (DAs) e um questionário para a recolha de dados sociodemográficos* (construído por nós para este estudo, no sentido de conhecer os dados sociodemográficos da amostra). na comparação dos resultados obtidos nas sub-amostras corroboraram-se as hipóteses levantadas, com significância estatística: os voluntários demonstraram menor nível de ansiedade perante a morte do que os não voluntários. Atendendo aos resultados depreenda-se daí a importância do trabalho voluntário para o reenquadramento de papéis e tarefas de...
A sobrecarga do cuidador informal (CI) tem-se tornado numa importante preocupação para a enfermagem de reabilitação, não só pela sua influência na qualidade de vida destas pessoas e independência funcional, como também pelos elevados custos sociais associados (Goodhead e McDonald, 2007; Petronilho, 2010, Cruz et al., 2010). Apesar de as questões relacionadas com a morte terem adquirido nas últimas décadas estatuto relevante nas ciências sociais e humanas (Loureiro, 2010), estas tem merecido pouca atenção quando se estuda a sobrecarga do CI (Reimer, 2007). Realizou-se um estudo quantitativo descritivo-correlacional com os objetivos principais de: analisar a influência das variáveis sociodemográficas e contextuais na sobrecarga do CI; analisar a influência da sobrecarga do CI nas suas atitudes perante a morte. Utilizou-se para o efeito o...
Nos tempos que correm, ainda é difícil aceitar a morte e o processo de morrer, mesmo nos grupos em que a morte faz parte do seu quotidiano, como é caso dos coveiros. Este estudo exploratório de índole psico-cultural, procura compreender que representações têm os coveiros da morte, mais concretamente, durante o processo do enterro da pessoa falecida, perante os familiares e amigos do defunto, assim como discernir que tipo de emoções são despoletadas, factos que serão analisados numa perspectiva eclética a partir das percepções, das imagens, das contribuições simbólicas, dos sentimentos, e das manifestações afectivas de cada um. Os coveiros são o cerne deste estudo devido à sua conotação ancestral, por vezes até mística, sendo muitas vezes representados pelo senso comum como pessoas frias. Estes profissionais detêm uma ligação sui generi...
O livro escrito por Léon Tolstoi, “A morte de Ivan Ilitich”, é considerado a obra artística mais perfeita da história mundial, a agonia de um juiz ao saber que está com uma doença incurável e próximo da morte, ou seja, o destino de cada um de nós. Ivan Ilitch um homem de meia idade, sem grandes qualidades ou defeitos, que vive uma existência inútil. Um burocrata russo, frio, pacato e acima de tudo banal, juiz de um tribunal onde, julgava o destino das pessoas da maneira mais asséptica e impessoal possível. E subitamente vê-se doente, uma doença terrível de cura e diagnóstico impossível, e com dores cada vez mais crescentes, incontroláveis, angustiantes e a certeza de estar cada vez mais próximo da morte, e que é inevitável. Esse é o ponto de partida para um sofrimento atroz, que o persegue por meses.
“L’esercizio fisico vigoroso protegge dalla morte improvvisa ma nello stesso tempo è in grado di provocarla”. In atre parole questo aforisma di Siskovick ci dice che la pratica regolare di un esercizio fisico è in grado di indurre effetti benefici sull’organismo e sull’apparato cardiovascolare, ma la morte cardiaca improvvisa benché rara può colpire improvvisamente anche atleti di grandissimo valore, con grande clamore e apprensione nei mass-media, soggetti che dovrebbero rappresentare la massima espressione della salute, forza, resistenza e destrezza fisica. La morte improvvisa non traumatica dell’atleta è dovuta nella grande maggioranza dei casi ad una patologia cardiaca occulta sottostante, che viene smascherata dall’aumento di prestazione cardiovascolare.Vengono indagate, alla luce delle recenti ricerche, le indagini non invasive e...
A Morte é o maior mistério da vida, o que mais nos faz pensar no sentido da nossa existência. Na área da saúde este tema é bastante contraditório uma vez que os enfermeiros são formados para cuidar. Embora cuidar seja também preparar para a morte, subentende-se que seja tão-somente promover a vida. Quando a criança é o nosso foco principal da morte, o tema torna-se ainda mais conflituoso e marcante uma vez que contraria o desenvolvimento de todo o ciclo vital, que pressupõe que todos nascemos, crescemos, tornamo-nos adultos e morremos. A realidade é que os enfermeiros são os profissionais de saúde que passam mais tempo a cuidar de doentes que caminham para a morte, e sentem-se ansiosos, desconfortáveis e constrangidos, vendo-se muitas vezes forçados a distanciarem-se dos pacientes que se encontram a morrer. Consideramos como objectivo ...
As histórias da morte são, antes de mais, histórias da vida. Episódios que na sociedade tradicional, pela sua visibilidade e ocorrência regular, faziam parte integrante do quotidiano familiar. A sociedade reservava-lhe um importante espaço de socialização e ritualizava solenemente a sua passagem. Na sociedade contemporânea, o alongamento da vida humana conduz ao adiamento do encontro com a morte, e as transformações nas condutas imprimem novas configurações à experiência da perda. Neste artigo procura-se dar conta da mudança e da diversidade nas atitudes face à morte na sociedade portuguesa, a partir de uma abordagem simultaneamente quantitativa - a leitura de dois indicadores estatísticos - e qualitativa - a análise de entrevistas sobre a "morte do outro".
Las historias de la muerte son, antes que nada, historias de la vida. Episodios que en la sociedad tradicional, por su visibilidad y ocurrencia regular, formaban parte íntegra en el cotidiano familiar. La sociedad les reservaba un importante espacio de socialización y ritualizaba solemnemente su paso. En la sociedad contemporanea, la prolongación de la vida humana nos lleva a retardar el encuentro con la muerte, y las transformaciones en las conductas imprimen nuevas configuraciones como experiencia de la pérdida. En este artículo se intenta encarar el cambio y las diversidades en las actitudes frente a la muerte en la sociedad portuguesa, partiendo de un enfoque simultaneamente cuantitativo - la lectura de dos indicadores estadísticos - e cualitativa - el análisis de entrevistas sobre la muerte de otra persona.
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