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A Ponte Luiz Bandeira cuja construção data de 1907, é uma ponte em arco construída de acordo com o sistema patenteado Hennebique, caracterizado pela introdução de estribos nas vigas, ligando os varões traccionados à zona de betão comprimido. Esses estribos eram constituídos por chapas de aço de secção rectangular dobradas em forma de “U”. Cinquenta anos após a construção da ponte, esta sofreu obras de requalificação tendo os diversos elementos estruturais sido reforçados por encamisamento, com recurso a betão armado. O Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho tem vindo a caracterizar a ponte em termos da técnica de construção e materiais utilizados, bem como o seu desempenho estrutural. Face à complexidade de armaduras existentes na Ponte Luiz Bandeira, foram usadas diferentes metodologias não destrutivas para a sua in...
Desde tempos imemoriais se relatam episódios mais ou menos fantásticos em que a solução para doenças da alma e do corpo se procura recorrendo não à ciência, mas a outras artes. A(o)s curandeira(o)s, cartomantes, advinha(o)s preenchiam muitos recantos desta cidade, como também nas aldeias e vilas se podiam encontrar. Fosse como alternativa à medicina tradicional, ainda muito incipiente e incomportável para as bolsas da maioria da população, fosse ainda fruto de crendices e superstições que a educação e a cultura ainda não tinham travado, proliferavam. As rezas, mezinhas e benzeduras eram mais que muitas e a formação do Grupo das Treze1, em 1911, disso mesmo dá conta ao pretender combater a ignorância, as superstições, o obscurantismo, o dogmatismo religioso e o conservadorismo que afectavam a sociedade portuguesa e impediam a libertação...
Para a formatura de um grupo de militares activos de um componente da Nobreza, em primeiro lugar, teria de contar-se com os seus próprios homens em idade de poderem combater. Os catorze anos eram considerados ainda impróprios para se ser soldado, dada a fragilidade, a pouca força física e a ausência da destreza que um treino, para o efeito, exigiria. Pelo menos seis a sete anos de exercícios quase contínuos. A maioridade atingia-se, para este efeito, um pouco mais tarde. Pessoalmente, cremos que o facto dependeria do interesse, da urgência e da grandiosidade da expedição que levariam a um maior número de elementos, baixando, então, o nível etário de um varão para ter como obrigações mais esta de se achar apto para a guerra caso fosse convocado. Cada qual organizaria os seus alardos de acordo com o número de soldados que ia mandando bus...
Durante o mês de Maio de 2008 foram observados nove troféus de caça obtidos em reservas de caça privadas na Província de “Eastern Cape” (República da África do Sul), tendo-se recolhido ixodídeos em vertebrados pertencentes à Classe MAMMALIA (ARTIODACTYLA e CARNIVORA). A identificação baseou-se na chave adoptada por Travassos Dias (1989), nas descrições do género Rhipicephalus efectuadas por Walker et al. (2000) e na morfologia das genitálias. Dos 21 exemplares colhidos, 17 (80,96%) eram adultos e os restantes (18,04%), ninfas e larvas, com igual distribuição. Identificaram-se Ixodes sp. (23,81%) em Tragelaphus strepsiceros capensis e Oreotragus oreotragus; Haemaphysalis leachi (28,57%) em Caracal caracal e Haemaphysalis spp. em Tragelaphus scriptus silvaticus; Rhipecephelus evertsi evertsi (9,52%) em Damaliscus dorcas philipsi e Damali...
Quem foram os “jornalistas” portugueses, também conhecidos por gazeteiros, que, na primeira metade do século XVii, iniciaram o jornalismo em portugal? sobre o que escreviam? Quais as suas fontes? Que rotinas tinham? Que constrangimentos enfrentavam? este trabalho visa responder a essas questões, socorrendo-se da pesquisa bibliográfica e documental e da análise do discurso, quantitativa e qualitativa, da Gazeta de 1641-1647, primeiro periódico português. conclui-se que os primeiros “jornalistas” portugueses eram clérigos letrados para os quais a redacção de folhas periódicas ou ocasionais seria uma “ocupação”, não uma profissão. Who were portuguese “journalists” that, in the first half of the 17th century, began journalism in portugal? they wrote about what? Who were their sources? What kind of routines they had? What kind of constrain...
Introdução: Programas de rastreio e a existência de terapêutica eficaz não têm alterado a morbilidade da sífilis que permanece um importante problema de saúde pública. Objectivo: Identificar factores de risco para a sífilis materna e calcular o risco de sífilis congénita à nascença num hospital da zona metropolitana de Lisboa. Métodos: estudo retrospectivo, durante seis anos, dos recém-nascidos filhos de mães com VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) e/ou TPHA (Treponema pallidum particle hemaglutination) positivos na gravidez. Analisaram-se parâmetros sociodemográficos, história da gravidez, comorbilidades maternas, diagnóstico, terapêutica e evolução dos recém-nascidos. Resultados: Total de 187 mães e 103 recém-nascidos VDRL positivos. Quarenta e nove por cento das mães tinham entre 26 e 35 anos, 46% eram de origem africana e 6...
Com este trabalho pretendeu contribuir-se para o conhecimento sobre a otite causada por Malassezia pachydermatis através de um estudo de prevalência de malasseziose auricular em cães. Esta dissertação foi desenvolvida no âmbito do estágio curricular do Mestrado Integrado de Medicina Veterinária da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias que se realizou entre Setembro de 2009 e Fevereiro de 2010 no Hospital Veterinário SOSVET em Almada. As percentagens de presença de Malassezia, independentemente do tamanho da população fúngica, em animais saudáveis (36,11%) e em animais com otite externa (85,29%) estão em concordância com estudos anteriores. A maior prevalência de malasseziose (em termos de sobrecrescimento de Malassezia) em animais com sinais de otite (79,41%) e animais com orelhas pendulares (31,65%), assim como a...
O aspecto central deste artigo é o estudo do conhecimento profissional de três professoras do 1º Ciclo do ensino básico em particular o seu conhecimento da Matemática e sobre a Matemática a sua relação com as práticas lectivas e a sua evolução ao longo de um trabalho colaborativo desenvolvido entre a investigadora e as três professoras, com forte suporte na reflexão O trabalho tem por base uma investigação prolongada no tempo e é desenvolvida no âmbito das abordagens propostas por um novo currículo para o 1" ciclo do ensino básico A metodologia é qualitativa e interpretativa. A recolha de dados teve por base observação de aulas, entrevistas, notas de campo sobre sessões de trabalho conjunto e recolha de documentação escrita. A análise de dados foi sendo feita à medida que outros dados iam sendo recolhidos e o procedimento de análise oi...
Através das memórias recolhidas na investigação etnográfica, são contempladas relações humanas com a água num local da região Alentejo, a freguesia de Arraiolos – que inclui a aldeia das Ilhas e a de Santana do Campo – numa época em que as fontes, poços, chafarizes, lavadouros, eram utilizados no quotidiano. Algumas destas infra-estruturas hidráulicas mencionadas são observadas com vista a um inventario que valorize as suas memórias. São apontados estudos antropológicos sobre a água para contextualizar a pesquisa etnográfica e também algumas escolhas teóricas. Por último, é apresentada uma breve reflexão sobre a história hidráulica no Alentejo e algumas questões sobre a água que estão na ordem do dia no intuito de obter um contributo para uma ética das relações com a água e a natureza.
Um dos pilares da Ciência Actuarial é a Teoria das Probabilidades e o contributo de Edmund Halley, em 1693, no uso da tábua de mortalidade de Breslau para calcular anuidades vida é considerado um marco, por aplicar o conceito de probabilidade a questões envolvendo a vida humana. Ainda na 1.ª metade do século XVIII estavam estabelecidos os princípios da Ciência Actuarial que fundamentavam fundos de pensões ou companhias de seguros no ramo Vida. Em Portugal, as primeiras seguradoras Vida são criadas em 1835 e 1845 – a Fidelidade e a Providência – e os primeiros fundos de pensões surgem nos montepios de sobrevivência, de que foi pioneiro o Montepio Geral, em 1840. Durante todo o século XIX as bases sobre que se estabeleceram essas instituições não eram as correctas e a maior parte acabou por se extinguir. Nesta comunicação destacamos alg...
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