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Os padrões epidemiológicos da pandemia do VIH/SIDA estão a mudar, fazendo prever que, nos próximos anos, o ratio homem/mulher seja de 1:1. Isto é tanto mais verdade em localizações geográficas onde a transmissão do vírus por via heterossexual é a predominante, com particular relevância para os países em vias de desenvolvimento. De entre estes, África merece destaque, já que aí as cifras assustadoras relativas a esta doença traduzem, de facto, a precariedade da condição de mulheres e crianças. As mulheres são, no presente, o grupo mais vulnerável à SIDA, não só pelas suas condições anatomofisiológicas, mas também pela sua situação social, económica e cultural. O seu papel na família, como cuidadora, parceira sexual e, eventualmente, mãe coloca-as face aos desafios de uma doença que, apesar de cróni...
O autor faz uma revisão histórica das circunstâncias em que surgiu a sífilis, no século XV, e a sida, quinhentos anos mais tarde e chamando a atenção para algumas semelhanças sociais que acompanharam a eclosão destas duas doenças.
Em estudos anteriores, pudemos constatar que nos indivíduos VIH negativos a gravidade da tuberculose pulmonar (TP) era modulada pelos perfis linfocitários Th1/Th2 nas áreas lesadas: predominio de Th1 (30.9±14.3/24.3±9.7% - p<0.04) e γ-INF (21.2±3.4/7.3±1.8% p<0.0002) e menores níveis de IL 4 (5.4±1.7/10.3±1.3% p<0.0004) no LLBA das formas ligeiras, em relação às mais graves. No sangue, curiosamente, existia sempre um perfil Th1 superior ao Th2, independentemente da gravidade da situação. Neste contexto, procurou-se averiguar as características deste perfil no pulmão profundo de doentes co infectados (SIDA/TP). Para isso estudou se um grupo de 16 indivíduos (13 homens e 3 mulheres, com uma média de idades de 39.4±10.8 anos, todos infectados pelo VIH1, sendo 9 deles toxicodependentes) através dos seguintes parâmetros: (1) deterininaç...
O síndroma da imunodeficiência adquirida (SIDA) foi considerado durante alguns anos como uma afecção exclusiva dos indivíduos jovens. Dutschmann (1998) descreve que só a partir de 1985 as manifestações clínicas da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH) foram observadas em doentes com mais de 60 anos. Actualmente, este grupo está em franca progressão. Inicialmente, a transmissão pelo sangue e derivados era considerada a principal via epidemiológica, 46,5% a 54,5% dos casos; no entanto, na década de 90, o meio de transmissão mais frequente foi o contacto homossexual, seguindo-se o heterossexual.
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