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«Na humanidade há pelo menos todas as maneiras de ser, de modo que o humanamente lógico é deixar viver todas as maneiras de ser» - escreveu Almada Negreiros, mas Mestre Almada sabia que nem sempre o humano é lógico… Quem de algum modo se desvia do padrão de maiorias e modas assume uma posição extraordinariamente incómoda. Num compromisso ideológico firme com o seu modo de ser, Emília Nadal adoptou desde cedo essa postura com admirável coragem e tenacidade defendendo a sua liberdade criadora. Há formas de ser que enriquecem o mundo e que se tornam exemplo. Há modos de ver que contemplam o que ainda não se vê.
Em Portugal, a heráldica enquanto ciência, técnica e arte há muito que se preocupa com a questão da representação e identificação gráfica das cidades e das autarquias, servindo a sociedade de forma abrangente. As cidades ganharam na década de trinta do século XX, uma estruturação gráfica no sentido da sua uniformização, através dos brasões municipais, os quais se mantém ainda hoje como elemento gráfico de destaque no protocolo autárquico. Símbolos das cidades, os brasões são usados em toda a comunicação institucional e promocional do município. Contudo, nas duas últimas décadas muitas cidades e municípios sentiram necessidade de se afirmarem nesta matéria e, independentemente do sistema e regras heráldicas existentes, criaram e adoptaram uma nova identidade visual que as distingue das restantes. O presente estudo centra-se na cidade de...
1885. Catorze homens dispostos em torno de uma mesa são representados por Columbano Bordalo Pinheiro numa pintura que nasceu, desde o primeiro instante, com cores de patine. Simultaneamente dentro e fora da cena que fixou, o pintor parece ultrapassar os limites temporais com uma obra que sugere a expressão «para sempre», colocando o grupo do outro lado do tempo. Neste artigo pretende-se indagar a actividade do pintor Columbano Bordalo Pinheiro no período do Grupo do Leão(1881-1889).
Desde o final do século XVII que sem sucesso se tentava estabelecer uma Academia de Belas-Artes em Portugal que concentrasse o ensino artístico e eliminasse a dispersão das corporações de ofícios, ateliers e Aulas Régias. Este artigo regista a origem das Academias de Belas-Artes em Portugal e as reformas do ensino até à implantação da República.
Historiador de Arte, Musicólogo, Museólogo, Professor, Crítico, “Campeão” dos sistemas de transmissão visual como a Fotografia, Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) foi um Humanista de formação germânica entre os séculos XIX e XX. Este artigo pretende resumir as linhas de força da sua vida e obra tão relevante e mítica.
Este breve artigo pretende recordar o percurso do historiador, historiador de arte, arqueólogo, arquivista, bibliotecário e bibliófilo, Gabriel Vítor do Monte Pereira que foi segundo Ramalho Ortigão «o conservador abalizado de que Évora é o lindo e interessante museu». Ramalho considerava-o como o descendente espiritual de André de Resende e de Frei Manuel do Cenáculo.
Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) foi Conservador e mais tarde Director do Museu Industrial e Comercial do Porto instituição a que se devotou apaixonadamente. Expressão dessa entrega foi a organização das Exposições escolares, das Exposições especiais de industrias e artes industriais e da Exposição de desenhos e obras de arte dos professores das Escolas Industriais da circunscrição do Norte, mostras temporárias que realizou por iniciativa própria sem o auxílio de apoios institucionais. / Joaquim de Vasconcelos (1849-1936) was the Curator and then Director of the Industrial and Commercial Museum of Oporto institution to which he devoted himself passionately. Expression of that was the organization of school exhibitions, the exhibition of special industries and industrial arts and the exhibition of drawings and works of art of teachers...
Contendo, em síntese, uma história da Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, esta publicação revela parte do património cultural do Millennium BCP: uma selecção da colecção de Tapeçaria realizada na Manufactura de Tapeçarias de Portalegre. Dando conta da exposição-adivinha, pretendi destacar não só os artistas, mas também o trabalho de perícia múltipla e única da Manufactura de Tapeçarias de Portalegre. Porquê exposição-adivinha? Porque D. Pedro I e D. Inês de Castro – um par muito significativo, quer para a História de Portugal, quer para a História Universal, foram peças performáticas. Ao longo do tempo em que esta exposição circulou, planeei que as representações de D. Pedro e D. Inês executassem desencontros simbólicos… Estas exposições foram realizadas no Luxemburgo no European Investment Bank e em Guimarães, no Paço dos Duques ...
A importância dos seus estudos sobre cerâmica e a relação que se estabeleceu entre Joaquim de Vasconcelos e José Queirós é o objecto maior deste artigo. Joaquim de Vasconcelos foi um Historiador de Arte-Polemista. Nasceu no Porto no dia 10 de Fevereiro de 1849 e estudou em Hamburgo a partir dos 10 anos. Foi por muitos considerado o fundador da História da Arte em Portugal com um rigor que até então não se conhecia. Faleceu no dia 1 de Março de 1936. José Queirós nasceu em 13 de Julho de 1856, em Lisboa. Se neste ensaio nos interessa a sua faceta de Historiador de Arte especialmente dedicado às várias expressões que a cerâmica pode assumir, convém não esquecer a sua formação em Pintura. Faleceu no dia 31 de Julho de 1920.
Breve artigo sobre Artes Visuais, História da Arte e Género dando também conta do pioneirismo da Pós-Graduação em Artes Visuais e Género do Departamento de Artes Visuais da Escola de Artes da Universidade de Évora.
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