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Destruição e abandono são, inequivocamente, as palavras que mais frequentemente se ouvem quando se fala em Patrimonio Cultural. A persistencia da sua utilização, a par da pouco habitual referência a protecções, recuperações, revitalizações e estudos, só pode significar que a situação não se tem alterado. O património arqueológico não escapa ao panorama geral, e proteger continua a ser a angustiante preocupação quando, pelo contrario, se deveriam concentrar todos os esforços na investlgação, recuperação e revitalização de sítios, monumentos, colecçõoes, museus. etc.
No inicio de 1989 propusemo-nos, no âmbito de um projecto apresentado à Câmara Municipal de Braga, que o aprovou e financiou integralmente, efectuar o levantamento arqueológico do concelho de Braga. Concebeu-se a sua execução em duas fases: uma primeira, recentemente concluída, correspondeu à inventariação e cartografia de sitios e achados arqueológicos referenciados em inúmeras publicações dispersas, ordenando-os e classificando-os de acordo com critérios pre-estabelecidos; uma segunda fase, actualmente em curso, orienta-se para a prospecção de sítios arqueológicos, tendo por base o inventário elaborado na primeira fase (porque permitiu definir zonas de potencial arqueoIógico), a análise de fotografia aérea e de cartografia temática, a toponimia e prospecções de campo.
Como é amplamente reconhecido pela generalidade dos estudiosos e dos agentes culturais, a compreensão dos valores e significados veiculados pelos monumentos arquitetónicos só se alcança por via do conhecimento histórico – isso mesmo subjaz às recomendações das Cartas e Convenções internacionais relativas à intervenção no património arquitetónico. Por outro lado, tal como é generalizadamente aceite no âmbito das ciências sociais e humanas, não se produz conhecimento histórico válido sem os contributos da história e da arqueologia. Esta última é particularmente indispensável porque, na ausência ou escassez de documentação escrita, é através da arqueologia que se recolhe, regista e analisa as expressões materiais da ocupação humana dos territórios no passado, permitindo elaborar interpretações sobre os significados polissémicos dos difere...
Objecto de intervenção arqueológica desde 1987, as ruínas arqueológicas de Dume, correspondentes aos vestígios da basílica cristã de meados do século VI e de parte do mosteiro fundado por São Martinho de Dume, reaproveitando parte de uma villa romana, viram recinhecidas a sua importância e valor histórico, cultural e ciêntifico, tendo sido classificadas como Monumento Nacional - Decreto nº 45/93, de 30-11. Apresenta-se uma sintese dos resultados obtidos, contextualizando-se no quadro da arquitectura cristã antiga de Braga e da Antiguidade Tardia do Noroeste de Portugal. Abordaremos ainda o projecto de valorização em curso, com o qual se pretende criar um pólo cultural e lúdico, que funcione como centro de interpretação do sítio, podendo receber visitas organizadas de público escolar, público indiferenciado e especialistas em Arqueologi...
Publicam-se os resultados das escavações arqueológicas de emergência efectuadas na igreja paroquial de S. Martinho de Dume (Braga), entre 1989 e 1992. A intervenção permitiu confirmar a existência de um primitivo templo do período suevo-visigótico, sujeito em época altomedieval a ampla reconstrução e ampliação, mas mantendo o mesmo modelo planimétrico. Uma nova igreja viria a ser construída nos séculos XVII-XVIII, no mesmo lugar, mas rompendo com o modelo planimétrico anterior. Destaca-se ainda a identificação de parte da necrópole altomedieval, contígua ao templo soterrado. O conjunto destes vestígios reveste grande importância para o conhecimento da arquitectura cristã antiga no NO português testemunhando, pelo menos para a região de Braga, uma penetração precoce de modelos arquitectónicos de origem oriental que se difundiram pela Eu...
Publicam-se os resultados preliminares das escavações de emergência realizadas no ano de 1987 em Dume, junto à Igreja Paroquial e na Capela de Nossa senhora do Rosário. A intervenção permitiu confirmar a existência de importantes vestígios arqueológicos, atestando uma ocupação que se estende do século I d. C. até aos nossos dias. Reveste particular importância a descoberta do que tudo indica ser a Igreja e Mosteiro alto-medievais de Dume, datáveis do século VI d. C.
O presente “estudo prévio” em arqueologia da arquitectura, incluiu o levantamento e recolha de fontes arquivísticas relativas ao mosteiro de Santo André de Rendufe, que foi executado no ano 2000 por Célia Ramos Ferreira Silva, que transcreveu todas as referências a obras, extraídas de documentos depositados no Arquivo Distrital de Braga (ADB), Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Biblioteca Pública Municipal do Porto (BPMP) e Arquivo da Igreja de Santiago de Caldelas (AISC).
O achado de ruínas arqueológicas no subsolo da Capela de Nossa Senhora do Rosário, na freguesia de Dume, e a pretensão das entidades locais de fazer obras de ampliação na Igreja Paroquial, localizada junto à primeira, levaram os seus responsáveis a solicitar, em 1986, a intervenção do Servirço Regional de Arqueologia da Zona Norte. Ao implicarem remeximentos do subsolo, os trabalhos de construção civil constituiam uma séria ameaça ao estudo e preservação futura de importantes vestígios arqueologicos de época romana e alto-medieva, que inúmeros achados e referências documentais atestavam para o local.
Os responsáveis da intervenção arqueológica e subscritores do pedido de autorização de trabalhos arqueológicos reservam-se todos os direitos autorais, nos termos da legislação aplicável, designadamente os consagrados nos Decreto-Lei nº 332/97 e 334/97, de 27 de Novembro (que regulamenta os direitos de autor e direitos conexos) e a lei 50/2004, de 24 de Agosto (que transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva nº 2001/29/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de Maio, relativa a direitos de autor e conexos). Os dados relativos à intervenção arqueológica estão disponíveis para consulta por parte de outros investigadores, reservando-se sempre, nos termos legais, os respectivos direitos morais.
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