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A história da literatura portuguesa vive num impasse que data de meados do século XX, em função da ruptura do seu paradigma dominante (romântico-positivista). A partir dos anos 50 e 60, começou a impor-se no campo dos estudos literários um paradigma dominado pela Teoria da Literatura, que concedia a primazia à dimensão estética das obras literárias e à leitura imanente dos textos.
O descrédito das “grandes narrativas” da modernidade e a espacialização do tempo e da historiografia no pós-modernismo traduziram-se na primazia concedida à dimensão espacial, sobretudo no âmbito dos estudos pós-coloniais e da literatura comparada. Esta orientação, já presente nas literaturas nacionais e na sua geopoética, é hoje dominante na história e na crítica literárias, em particular nas cartografias recentes da “literatura mundial/global”.
Herculano, através da sua obra, pretendeu fundar uma literatura de base nacional. Foi sobretudo com o romance histórico e através de uma série de textos teóricos que contribuiu para a efectiva construção da "literatura portuguesa".
As novas histórias literárias, de matriz comparatista, têm uma perspectiva transnacional e uma concepção ampla de literatura (cultura literária), mas arriscam-se a perder a matriz da história literária (uma concepção linear da história e a própria ideia de literatura).
A história da literatura portuguesa no século XX está marcada pela influência do posiivismo e da filologia, que constituem os seus alicerces fundacionais. Mas na década de 60 assiste-se à ruptura deste modelo, apesar dos diversos esforços de renovação.
A história literária nasceu em Portugal no século XIX e a sua construção centrou-se na ideia de nação e de identidade nacional. A própria literatura assentava no conceito de "literatura nacional". Esta obra traça os principais momentos da construção do discurso da história literária em Portugal na sua articulação com a fundação de uma cultura nacional.
Este ensaio procura ler a obra vergiliana, que nos fala da busca de um sentido para a existência, do sentimento trágico da vida perante os limites da condição humana e a evidência da morte, à luz da teoria dos mundos possíveis e da narratologia. Esta procura de mundos impossíveis perante um mundo possível traduz-se num conjunto de figuras enunciativas recorrentes, da aparição iluminada à interrogação espantada e comovida do real.
O cânone literário português, construído ao longo do século XIX tem um carácter nacionalista evidente, como se pode ver através dos programas da disciplina de Português nos Liceus.
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